Sinopse:
Após “Os Bons Companheiros”, “Gangues de Nova Iorque”, “Os Infiltrados”, “A Ilha do Medo” e tantos outros filmes do célebre diretor Martin Scorsese, fomos surpreendidos por uma ficção cheia de fantasia e aventura “A Invenção de Hugo Cabret”!
Muito cedo Hugo (Asa Butterfield) perde seu pai, um qualificado relojoeiro que ensinou algumas coisas sobre seu ofício ao garoto. Sem ter pra onde ir, ele acaba sendo obrigado a morar com seu tio alcoólatra na Gare du Nord, a estação de trem em Paris, majestosa e cheia de aventuras para um garoto de sua idade.
Um misterioso autômato com engrenagens super complexas é a motivação do jovem que tenta resolver seu enigma, na esperança em conseguir uma mensagem enviada do além por seu pai.
Para quem ainda não conhece o diretor Méliès (1861-1938), Hugo dá uma linda e respeitosa introdução aos filmes dele como por exemplo, Viagem à Lua de 1902. Também são mencionados na história os irmãos Lumière, criadores do cinematógrafo.

Hugo é uma homenagem ao cinema. Os personagens são carismáticos interagem muito bem com o cenário majestoso, envolto pela fumaça dos trens, engrenagens, lojas, relógios e tudo mais que serve como pano de fundo para suas peripécias. Somos levados pelas motivações e dúvidas que a todo momento nos mostram o caminho que Hugo “percorre dentro da estação “, ora sendo perseguido e ora resolvendo os enigmas propostos.
Lembro de passagens marcantes como um diálogo chave entre os dois atores mirins Asa Butterfield e Chloe Moretz, onde ele explica que o mundo funciona como uma máquina e todas as peças são fundamentais, assim como nós somos no mundo. Não compreendeu?
Assista ao filme que é show de bola!
Valeu
A Invenção de Hugo Cabret,










































