Qual a origem da teoria?
- Algumas pessoas que recebiam órgãos transplantados, criavam novos hábitos, por incrível que pareça os mesmos do doador!
Memória Celular, como funciona?
-Teoricamente os interesses, escolhas e hábitos são memorizados pelas células do nosso corpo. Como exemplo, temos o curioso caso de Debbie Véga que recebeu o fígado de Howie:
- “Dois dias depois do transplante, eu pedi ao meu marido: compre amendoim, compre salgadinho de queijo para mim. Só que eu nunca gostei de comer isso. Passei três ou quatro meses comendo essas coisas, sem parar. Aí comecei a fantasiar, “Será que o doador gostava de comer isso”?
Procurando informações sobre o doador, Debbie descobriu que era um garoto que gostava de lutar e dar chute o tempo todo. O que os familiares não sabiam era que a transplantada tinha começado também a praticar artes marciais.
Literatura:
Paul Pearsall foi escritor do livro O código do coração. No livro podemos descobrir, diversos casos de diversos transplantados, vale à pena conferir!
“O coração é muito mais do que um mecanismo bombeador. Ele não está a serviço do cérebro, mas é um parceiro para formar com ele nossa organização interna de manutenção da saúde”.
Memória celular no cinema:
O filme “O Olho do Mal”, teve estréia no Brasil em 2008. Conta a história de uma violinista cega que após receber um transplante de córneas começa ver coisas horrendas.
Contudo, a memória celular é somente uma hipótese!
Referências:
Documentário “Transplante de Memórias” – Discovery Home and Health
Tratado de Medicina Chinesa (Ed. Roca)
Paul Pearsall, Memória das Células
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Eduardo Roque
vidabeta@vidabeta.com.br
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